Sindicato cobra respeito: Saúde Caixa não é mercadoria!
O Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região marcou posição no Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa, nesta terça-feira (17), denunciando o desmonte do plano de saúde dos empregados da Caixa Econômica Federal. Em visitas às agências da cidade, a diretoria dialogou com os trabalhadores, reforçando a exigência de reajuste zero nas mensalidades e melhorias urgentes na cobertura e no atendimento.

Durante a mobilização, o dirigente sindical e membro do GT-Saúde Caixa, Tesifon Quevedo Neto, leu uma Carta Aberta à direção do banco, expressando a indignação da categoria diante do descaso com um direito essencial. “O Saúde Caixa é uma conquista histórica, fruto de luta. Mas hoje, o que vemos é um modelo de custeio injusto e insustentável que ameaça o futuro do plano. Saúde é direito, não mercadoria!”, afirmou.

Acesse a: Carta Aberta_Saúde Caixa
A política de congelamento da contribuição da Caixa em 6,5% da folha de pagamento tem resultado direto nas distorções: os empregados já arcam com muito mais do que os 30% previstos no acordo específico. Para piorar, a redução da rede credenciada, especialmente no interior, agrava as dificuldades de acesso aos serviços de saúde.
“É inaceitável que um banco público, com o tamanho e a missão da Caixa, trate com tamanho desprezo a saúde dos seus empregados. A reestruturação da rede e o fortalecimento da gestão local do plano são medidas urgentes”, cobrou Neto.
O cenário é ainda mais grave diante do aumento dos casos de adoecimento entre os trabalhadores, causado por sobrecarga, assédio institucional e falta de contratações. O Saúde Caixa tem sido uma proteção vital à saúde física e mental da categoria, que já paga caro demais — em todos os sentidos.



Hoje às 19h tem Live – Sobre a Situação do Saúde Caixa
A luta continua: além das mobilizações nas agências, as entidades sindicais realizam uma live nesta terça-feira (17), às 19h, no YouTube da Contraf-CUT, para debater os ataques ao plano de saúde e fortalecer a resistência. O recado é claro: saúde é prioridade e os trabalhadores não aceitarão mais retrocessos!
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