Mobilizações em diversas localidades do país, une funcionários do BB ao Dia Nacional de Luta em Defesa do Banco Público e dos Direitos da Categoria
mobilização, organizada pelo movimento sindical, denunciou os ataques da direção do banco aos direi-tos dos trabalhadores e trabalhadoras, que vêm sofrendo com decisões unilaterais que precarizam as condições de trabalho e intensificam a pressão por metas.
Em Ribeirão preto, os dirigentes do BancáriosRP percorreram os departamentos e as principais agências da cidade.
Bancário não é máquina!
A luta é por respeito, saúde e valorização.
O Banco do Brasil deve valorizar quem faz a instituição funcionar diariamente.
Chega de metas abusivas e jornadas exaustivas!
Bancário não é máquina!

Entre os principais pontos de insatisfação estão o corte de vagas de seis horas e a substituição por cargos de oito horas, uma manobra que agrava a sobrecarga. Além disso, o banco anunciou a suspensão dos pagamentos de substituições nos meses de novembro e dezembro, retirando direitos e desvalorizando quem assume responsabilidades adicionais sem o devido reconhecimento financeiro.
Pacote de ataques
De uma só vez, o Banco anunciou um pacote de medidas que afronta os direitos das trabalhadoras e trabalhadores. Entre elas estão: aumento da jornada de trabalho, não pagamento das substituições e suspensão de ajuda de custo para deslocamento nos PSOs e como se não bastasse, aumentos constantes nas metas, que já ultrapassaram os limites do razoável.
Essas decisões foram tomadas sem qualquer diálogo com as entidades representativas da categoria, demonstrando o desrespeito da direção do Banco do Brasil com seus trabalhadores e com o papel social de uma instituição pública que deveria estar a serviço da população e do desenvolvimento do país.
O movimento sindical considera essas medidas inaceitáveis e cobra respeito aos acordos firmados, valorização dos funcionários e diálogo transparente com as representações sindicais.
Entre as principais reivindicações da categoria estão:
